Quatro anos após a última contratação de unidades habitacionais para Campo Grande, a Capital volta a receber um projeto de apartamentos populares. Serão 1.234 unidades pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida que contemplarão seis residenciais.

A última contratação através da Caixa Econômica Federal (CEF) foi em 2014, ao custo de R$ 14,8 milhões para construir 160 casas, mas nunca saiu do papel.

Municípios do interior também foram contemplados e estão programadas 200 unidades, totalizando 1.434 moradias em Mato Grosso do Sul.

A contratação é uma parceria entre município e Governo do Estado, que informou, via assessoria de imprensa, que o prazo para análise e contratação é de 180 dias com a Caixa Econômica Federal (CEF), que é o agente financiador e a previsão é que as obras tenham início em 2018.

Na Capital, os projetos selecionados asseguram 368 apartamentos no Condomínio Residencial Portal Laranjeiras; 256 para os residenciais Sírio Libanês I e II; 224 para o Residencial Jardim Aero Rancho Ch7; 224 para o Residencial Jardim Aero Rancho Ch8; 96 para o Condomínio Residencial Sumatra e 66 para o Residencial Jardim Inápolis. No interior, as cidades de Paranaíba e Sete Quedas serão contempladas com 100 casas cada uma.

No que se refere a Campo Grande, a administração municipal fica responsável pela doação da área, que já está garantida, e isenção dos tributos, conforme as regras do Minha Casa Minha Vida.

Já ao governo do Estado, cabe a contrapartida para o investimento, que deve ter custo de, aproximadamente, R$ 25 milhões.

O total para construção de cada uma das casas é de R$ 71 mil. Levando-se em conta cada uma das 1.234 a serem erguidas na Capital, chega-se a investimento de R$ 87.614.000,00.

Fonte: Correio do Estado

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